Olá,
Hoje tem um post muito especial!...


Florence Welch é a vocalista da banda criada por ela, Florence and The Machine, com o apoio musical dos artistas Isabella Summers (grande amiga e uma das criadoras originais da banda), Tom Monger, Robert Ackroyd, Christopher Lloyd Hayden, Mark Saunders e Rusty Bradshaw. Filha de uma historiadora de arte e um executivo de publicidade, cresceu cercada de influências no campo cultural e do entretenimento. Desde muito jovem quis trabalhar no ramo, tendo como uma inspiração recorrente sua própria vida, como a fascinação pelo declínio e fraquezas humanas, além de dificuldades pela qual passava, como a depressão e insônia, consequências de uma infância inconstante e acontecimentos como o suicídio da sua avó quando tinha 14 anos.

> O que gosto muito nela são as músicas impactantes, com um quê de poético e atemporal. São músicas que falam sobre a esperança, sobre a culpa, sobre a devastação e o desespero, abrangendo barreiras que ultrapassam as mais comuns canções de amor.

Marina and The Diamonds é nome por qual é mais conhecida Marina Lambrini Diamandis, sendo que Diamandis significa diamantes em grego (ela tem ascendência grega por parte do pai), depois traduzido para diamonds em inglês. O termo, apesar de parecer, não se refere a banda de fundo, como no caso da Florence, mas sim aos fãs dela, uma forma, segundo ela, de aproximar-se às pessoas com o mesmo gosto e ideias, além de uma homenagem. Seu amor pela música começou na escola, com grande incentivo de um professor da disciplina, quando ainda estudava num colégio britânico para meninas no País de Gales e antes se mudar, após a separação dos pais, para a Grécia com 16 anos. Abandonando a faculdade de música e, depois de juntar dinheiro trabalhando num posto de gasolina por dois meses, ela se muda para Londres com 18 anos, entrando em aulas de dança e produzindo seus primeiros demos.

> Marina é cheia de ironias, doçura e críticas em suas canções. Como Florence, ela reflete muito dos seus ideais nas letras, compõe lindas melodias tristes e também badaladas animadas e contagiantes.

Katy Perry foi o nome artístico criado por Katheryn Elizabeth Hudson quando decidiu assumir sua identidade musical como artista e compositora de música pop, se contrapondo aos pais, pastores evangélicos, que esperavam que ela fosse seguir o gênero gospel, como na infância. Uma coisa interessante sobre ela é que, por muitos anos, ela não conhecia outro gênero musical além do gospel, por proibição dos pais, extremamente reclusos, até que numa das poucas saídas de casa sem os pais que lhe eram permitidas - para estudar na casa de uma amiga - ela ouviu uma das músicas de Alanis Morrisette e se encantou com a melodia e a franqueza da letra. Passou a se inspirar por isso, o que levou-a  a se mudar para a Califórnia, sem apoio dos parentes, enfrentando as típicas as dificuldades financeiras do artista desconhecido por anos, caindo de uma gravadora para outra, até atingir seu primeiro sucesso "I Kissed A Girl", em 2007.

> Gosto de Katy desde muito cedo, nos primórdios da sua carreira mundial. Me agrada seu jeito ora divertido (California Gurls, Last Friday Night, Dark Horse...), ora feroz e decidido (Part of Me, Wide Awake, Roar...) e romântico (The One That Got Away, Uncoditionally, Thinking of You...) e também compreensões relevantes para seus ouvintes, muitas vezes bem jovens e buscam esse tipo de apoio externo, principalmente quando não encontram em seu cotidiano, sobre a ideia de permitir-se a agir de forma sincera sobre si mesmo.

Semelhanças entre as três:
Para mim, principalmente, a versatilidade. São três cantoras que, apesar de terem sua marca, sua impressão, conseguem percorrer uma enorme variedade de estilos e estão constantemente dando um ar novo para sua música. Uma com um tom mais divertido, outras mais melancólicas, acompanhadas de bons ritmos e letras agradáveis/perceptivas. Outro aspecto que se faz tão importante para mim é que todas são compositoras, além de cantoras, sendo assim há, além de boas performances, uma verdade por trás da letra de quem canta. São criativas e participam ativamente da formulação de seus clipes musicais e projetos, além de tratarem os fãs com respeito e cordialidade, por mais absurdo que soe citar isso como elogio, uma vez que deveria ser padrão para todos os artistas. Completando o quadro, suas vozes também, para mim, tem uma força acentuada, capazes de transbordar-se em seus ápices de forma bem impressionante. Agora, entre as semelhanças mais específicas, pode-se citar que Katy e Marina possuem vozes parecidas no aspecto de serem mais graves e profundas, enquanto Marina e Florence se encaixem, se tentarmos defini-las em gêneros musicais, no indie pop/indie rock e a Katy definitivamente no pop. 

Você pode conferir aqui uma playlist alternando músicas da três, mostrando vários aspectos de cada uma, tendo muitas dessas fazendo parte do meu hall de favoritas:

Muitas outras cantoras foram consideradas para estar entre as preferidas, mas a minha escolha, como acontece também na preferência por autores, é a junção de qualidade e quantidade. Por exemplo,eu gosto bastante de Sidney Sheldon, me arrebatando no gênero em que ele escreve desde o primeiro livro que li dele ("O Reverso da Medalha"), mas só vim considerar ele um dos meus favoritos mais tarde, quando li outros dele e gostei com a mesma ou um pouco maior/menor intensidade. E é assim que defini essas como minhas prediletas, mesmo que outras chegassem perto (algumas tendo apenas uma música que gosto bastante).

Outra coisa que eu notei foi a falta de cantoras/vocalistas nacionais entre minhas considerações de escolha. Há muitas dos quais gosto de uma música ou outra, mas nenhuma ainda que tenha realmente conseguido me arrebatar em quesito de quantidade+qualidade. Irei procurar conhecer mais músicas destas e ver se me identifico com alguma personalidade específica. Por isso sinta-se livre para recomendar-me alguma, se quiser, algum nacional preferida sua! Quem sabe isso mais tarde pode tornar-se um post especial sobre o assunto? Comente aqui!



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